
Dois termos técnicos em finanças que são ferramentas importantes de controle e gestão do dinheiro da empresa, e que muitos empresários confundem sua definição, são o Capital de Giro e a Reserva Financeira. A confusão acontece porque a natureza deles é bem semelhante: são valores que, de uma forma ou de outra, precisam estar “sobrando” na disponibilidade de recursos do negócio.
O Capital de Giro é o valor que a empresa necessita “girar” para pagar fornecedores, funcionários, credores, prestadores de serviço etc. Este é o capital necessário para honrar os compromissos regulares, em dia, e por isso o valor deve estar disponível na conta corrente da empresa.
O valor total varia de negócio para negócio, e a definição depende de ciclo de compras/vendas, características do mercado em que o negócio atua, e particularidades das linhas de crédito que a empresa utiliza. Em síntese, é apenas o valor necessário para cobrir os desembolsos mensais que são certos de acontecer, com alguma folga por segurança. Não mais do que isso.
Já a Reserva Financeira, é aquela gordurinha que a empresa segrega para cobrir eventuais ocorrências que não são do dia a dia do negócio, como manutenções emergenciais, oportunidades de investimento e aquisição, ou até mesmo segurar as despesas fixas em caso de eventual queda de vendas ou mudança brusca de mercado, como as crises.
O Capital de Giro é importante para diminuir a utilização de capital de terceiros na operação, enquanto a Reserva Financeira é importante para proteger o negócio de imprevistos financeiros.
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